segunda-feira, 13 de abril de 2015

Ponto de Ancoragem Predial, Industrial e linha de vida.

A melhor ancoragem do Brasil. São mais de 60 mil peças já instaladas em várias cidades da federação. Só aqui em Santa Catarina, instalamos e dimensionamos sistemas de ancoragem deste de 2007.
Solicite uma visita técnica em sua obra.
contato@asaserv.com
www.asaserv.com

domingo, 11 de janeiro de 2015

Teste de arrancamento dos pontos de ancoragem!

A importância de realizar o teste de arrancamento na haste dos pontos de ancoragem.  O teste é realizado na haste, já devidamente fixada no concreto. Pode ser vigas ou colunas com 25 ou 30 MPa. Portanto quanto mais alta a resistência do Mega Pascal melhor a qualidade da instalação. 

MPa - Mega Pascal é a unidade de resistência utilizada para o cimento (concreto). Como unidade de conversão utiliza-se a igualdade de: 01mpa =10kgf/cm2, Na prática,  por exemplo, isso significa que um concreto que possui 32 Mpa resiste até 320 kgf por centímetro quadrado.

Vale lembrar que o concreto tem um tempo de cura.

A qualidade da instalação e do teste de arrancamento depende exclusivamente do concreto das vigas, pilares e platibanda. Em uma edificação onde pretende-se fazer a instalação dos dispositivos de ancoragem também deve-se levar em consideração os estudo de cálculo de tombamento da platibanda, indicamos uma resistência de 2500Kgf. Montado com ferragens (estribos) de 09, 10 a no máximo 12mm.

O teste é realizado com equipamento calibrado de forma que simule o arrancamento da haste já devidamente fixada no concreto. As cargas aplicadas são de acordo com a NR-18.15.56 que é de 1500Kgf. Entretanto para atestar a qualidade e o desempenho dos nossos pontos de ancoragem, dimensionamos a instalação para suportar cargas acima dos 2500kgf. Que neste caso atende as normativas do corpo de bombeiros.








domingo, 10 de agosto de 2014

Atividades

Serviço de hidro limpeza em fachada, Limpeza de Vidros chapadeiro. Limpeza e pintura Industrial. 

 Atividade realizada em Joinville.









quinta-feira, 1 de maio de 2014

Portaria MTE Nº 593 DE 28/04/2014 - Aprova o Anexo I - Acesso por Cordas da Norma Regulamentadora nº NR-35 Trabalho em Altura.

Publicado no DO em 30 abr 2014
Aprova o Anexo I - Acesso por Cordas da Norma Regulamentadora 
NR-35  Trabalho em Altura.

A Portaria MTE nº 593/2014, do Ministro de Estado do Trabalho e Emprego, inseriu o Anexo I (Acesso por Cordas) na Norma Regulamentadora 35 (Trabalho em Altura), aprovada pela Portaria MTE nº 313/2012, incluindo, no glossário da mesma Norma Regulamentadora, definições sobre equipamentos auxiliares e operação assistida.

(Portaria MTE nº 593/2014 - DOU 1 de 30.04.2014)

Fonte: IOB Online



O Ministro de Estado do Trabalho e Emprego, no uso das atribuições que lhe conferem o inciso II do parágrafo único do art. 87 da Constituição Federal e os arts. 155 e 200 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943,
Resolve:
Art. 1º Inserir o Anexo I - Acesso por Cordas - na Norma Regulamentadora nº 35 - Trabalho em Altura, aprovada pela Portaria nº 313, de 23 de março de 2012, com a redação constante no Anexo desta Portaria.
Art. 2º Inserir, no glossário da Norma Regulamentadora nº 35 - Trabalho em Altura -, aprovada pela Portaria nº 313, de 23 de março de 2012, as seguintes definições:
Equipamentos auxiliares: equipamentos utilizados nos trabalhos de acesso por corda que completam o cinturão tipo paraquedista, talabarte, trava quedas e corda, tais como: conectores, bloqueadores, anéis de cintas têxteis, polias, descensores, ascensores, dentre outros.
Operação Assistida: atividade realizada sob-supervisão permanente de profissional com conhecimentos para avaliar os riscos nas atividades e implantar medidas para controlar, minimizar ou neutralizar tais riscos.
Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, com exceção dos itens 2.1, alínea "b", e 3.2 do Anexo I - Acesso por Cordas, que entrarão em vigor seis meses após a publicação deste ato.

Parágrafo único. Durante o decurso do prazo acima indicado os profissionais autorizados que executam atividades de acesso por cordas devem comprovar sua proficiência na atividade conforme item 35.4.1.1. 

ANEXO I
ACESSO POR CORDAS

1. Campo de Aplicação
1.1. Para fins desta Norma Regulamentadora considera-se acesso por corda a técnica de progressão utilizando cordas, com outros equipamentos para ascender, descender ou se deslocar horizontalmente, assim como para posicionamento no local de trabalho, normalmente incorporando dois sistemas de segurança fixados de forma independente, um como forma de acesso e o outro como corda de segurança utilizado com cinturão de segurança tipo paraquedista.
1.2. Em situações de trabalho em planos inclinados, a aplicação deste anexo deve ser estabelecida por Análise de Risco.
1.3. As disposições deste anexo não se aplicam nas seguintes situações:
a) atividades recreacionais, esportivas e de turismo de aventura;
b) arboricultura;
c) serviços de atendimento de emergência destinados a salvamento e resgate de pessoas que não pertençam à própria equipe de acesso por corda.
2. Execução das atividades
2.1. As atividades com acesso por cordas devem ser executadas:
a) de acordo com procedimentos em conformidade com as normas técnicas nacionais vigentes;
b) por trabalhadores certificados em conformidade com normas técnicas nacionais vigentes de certificação de pessoas;
c) por equipe constituída de pelo menos dois trabalhadores, sendo um deles o supervisor.
2.1.1. O processo de certificação desses trabalhadores contempla os treinamentos inicial e periódico previstos nos subitens 35.3.1 e 35.3.3 da NR-35.
2.2. Durante a execução da atividade o trabalhador deve estar conectado a pelo menos duas cordas em pontos de ancoragem independentes.
2.2.1. A execução da atividade com o trabalhador conectado a apenas uma corda pode ser permitida se atendidos cumulativamente aos seguintes requisitos:
a) for evidenciado na análise de risco que o uso de uma segunda corda gera um risco superior;
b) sejam implementadas medidas suplementares, previstas na análise de risco, que garantam um desempenho de segurança no mínimo equivalente ao uso de duas cordas.
3. Equipamentos e cordas
3.1. As cordas utilizadas devem atender aos requisitos das normas técnicas nacionais.
3.2. Os equipamentos auxiliares utilizados devem ser certificados de acordo com normas técnicas nacionais ou, na ausência dessas, de acordo com normas técnicas internacionais.
3.2.1. Na inexistência de normas técnicas internacionais, a certificação por normas estrangeiras pode ser aceita desde que atendidos aos requisitos previstos na norma europeia (EN).
3.3. Os equipamentos e cordas devem ser inspecionados nas seguintes situações:
a) antes da sua utilização;
b) periodicamente, com periodicidade mínima de seis meses.
3.3.1. Em função do tipo de utilização ou exposição a agentes agressivos, o intervalo entre as inspeções deve ser reduzido.
3.4. As inspeções devem atender às recomendações do fabricante e aos critérios estabelecidos na Análise de Risco ou no Procedimento Operacional.
3.4.1. Todo equipamento ou corda que apresente defeito, desgaste, degradação ou deformação deve ser recusado, inutilizado e descartado.
3.4.2. A Análise de Risco deve considerar as interferências externas que possam comprometer a integridade dos equipamentos e cordas.
3.4.2.1. Quando houver exposições a agentes químicos que possam comprometer a integridade das cordas ou equipamentos, devem ser adotadas medidas adicionais em conformidade com as recomendações do fabricante considerando as tabelas de incompatibilidade dos produtos identificados com as cordas e equipamentos.
3.4.2.2. Nas atividades nas proximidades de sistemas energizados ou com possibilidade de energização, devem ser adotadas medidas adicionais.
3.5. As inspeções devem ser registradas:
a) na aquisição;
b) periodicamente;
c) quando os equipamentos ou cordas forem recusados.
3.6. Os equipamentos utilizados para acesso por corda devem ser armazenados e mantidos conforme recomendação do fabricante ou fornecedor.
4. Resgate
4.1. A equipe de trabalho deve ser capacitada para autorresgate e resgate da própria equipe.
4.2. Para cada frente de trabalho deve haver um plano de resgate dos trabalhadores.
5. Condições impeditivas
5.1. Além das condições impeditivas identificadas na Análise de Risco, como estabelece o item 35.4.5.1, alínea ¨j¨ da NR-35, o trabalho de acesso por corda deve ser interrompido imediatamente em caso de ventos superiores a quarenta quilômetros por hora.
5.2. Pode ser autorizada a execução de trabalho em altura utilizando acesso por cordas em condições com ventos superiores a quarenta quilômetros por hora e inferiores a quarenta e seis quilômetros por hora, desde que atendidos os seguintes requisitos:
a) justificar a impossibilidade do adiamento dos serviços mediante documento assinado pelo responsável pela execução dos serviços;
b) elaborar Análise de Risco complementar com avaliação dos riscos, suas causas, consequências e medidas de controle, efetuada por equipe multidisciplinar coordenada por profissional qualificado em segurança do trabalho ou, na inexistência deste, pelo responsável pelo cumprimento desta norma, anexada à justificativa, com as medidas de proteção adicionais aplicáveis, assinada por todos os participantes;
c) implantar medidas adicionais de segurança que possibilitem a realização das atividades;
d) ser realizada mediante operação assistida pelo supervisor das atividades.

**Mais uma conquista para todas as empresas especializadas em trabalho em altura.

FONTE:
http://portal.mte.gov.br/
http://www.legisweb.com.br/


quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Causas de defeitos em estruturas de concreto

Causas de defeitos em estruturas de concreto podem ser classificados como:

1) deficiência estrutural resultante de erros no projeto, critérios de carga, sobrecarga inesperada, etc
2) deficiência estrutural devido a defeitos de construção.
3) Danos decorrentes de incêndio, inundações, terremotos, ciclones, etc.
4) Danos causados por ataque químico .
5) Danos causados por ambientes marinhos.
6) Danos causados por abrasão de materiais granulares.
7) Movimento de concreto, devido às características físicas.



Deficiência estrutural devido a concepção e detalhamento.
Nesse caso, é necessário revisar o projeto em detalhes e trabalhar medidas corretivas pela equipe de projeto. Uma vez feito isso os métodos de execução das medidas corretivas serão semelhantes aos decorrentes de outros defeitos.

Deficiência estrutural devido a defeitos de construção.
Métodos defeituosos de construção formam o maior segmento da fonte de problemas para as vigas. Tais defeitos podem ser amplamente classificados da seguinte forma:

1) os defeitos devidos à qualidade das matérias-primas.
2) Não adoção de mistura de concreto projetado .
3) Utilização de plantas de construção deficiente construção para a produção, transporte e colocação do concreto.
4) defeito de fabricação .
5) Qualidade de detalhamento  inadequado.



É necessário escolher o tipo certo de cimento para o concreto que vai para a estrutura em questão. O cimento Portland é o mais comum de todos os cimentos.

Desde que a qualidade de cimento de acordo com as especificações tipo pertinentes, no momento da utilização, normalmente, não é problema encontrado em relação do cimento Portland normal. 

Quando o concreto está exposto ao ambiente agressivo, pode ser necessário o uso de cimentos especiais, como por exemplo, cimento Portland resistente ao sulfato, cimento de escória de alto-forno cimento de baixo C3A.


MAIS INFORMAÇÃO ABAIXO**
(C3A. O cimento com baixo desprendimento de calor, durante a pega, é recomendado para barragens porque evita rachaduras na estrutura provocadas por tensões térmicas criadas durante a pega e o arrefecimento).

A qualidade dos agregados, particularmente em relação a reação álcalis-agregado, precisa ser levado em conta. Felizmente casos de defeitos / falhas atribuídas a uma reação de agregação alcalino são muito raros.

O uso de água que contém o sal colocada no pode também contribuir para a sua deterioração. O projeto da mistura do concreto pode ser realizada de modo satisfatório, usando uma grande variedade de agregados . Deverá ser assegurada uma continuidade razoável de classificação de agregados .

O uso excessivo de água na mistura de concreto é a maior fonte de fraqueza. A precisão da pesagem dos vários componentes é muito dependente da qualidade do sistema de pesagem de lotes, disponível. 

Primavera marca carregados de pesar batchers contribuir para variabilidade excessiva na qualidade do concreto pesagem em lote na Índia.

Outros fatores que contribuem para uma má obra inclui a segregação, colocação imprópria, vibração inadequada ou excessiva,  vazamento de argamassa através de  juntas das formas, cobertura de concreto insuficiente,  etc.

Detalhamento adequado do reforço, incluindo a cobertura adequada é essencial para garantir a colocação bem sucedida de concreto. 


Má detalhando resulta em congestionamento de reforço, de tal forma que o concreto só não pode ser colocado e compactado adequadamente em de se tornar impraticável. Detalhamento do reforço deve ser baseado  numa apreciação adequada da forma como a colocação e compactação do concreto vai ser efetuada .

Outros fatores que levam a maus detalhamentos do projeto são os seguintes:

a) Rachaduras nos cantos reentrantes.
b) Alterações bruscas na seção.
c) Detalhamento inadequado da junta.
d) Limites de deflexão.
e) Drenos mal detalhados.
f) Drenagem inadequada ou imprópria.
g) Detalhamento pobre das juntas de dilatação .

Fonte: 
Causes of defects in concrete structures
http://theconstructor.org/concrete/causes-for-defects-in-concrete-structures/7204/

POR JOSÉ EDUARDO RENDEIRO / EM DEZEMBRO 25, 2013

Formado Arquiteto pela Universidade Mackenzie, trabalhei com projetos residenciais e comerciais em escritórios, além de trabalhos particulares. Tenho larga vivência em criação e desenvolvimento de projetos com uso do AutoCAD e uma vez ou outra faço trabalhos de design. Atualmente venho me interessando cada vez na Plataforma BIM e na utilização do Revit. Também gosto escrever e pesquisar sobre o universo arquitetônico e suas vertentes.

_________________________________________________________________

** C3A. O cimento com baixo desprendimento de calor, durante a pega, é recomendado para barragens porque evita rachaduras na estrutura provocadas por tensões térmicas criadas durante a pega e o arrefecimento.
Para evitar a pega rápida, provocada pelo C3A, adiciona-se gesso como retardador que leva a formação de C3A3CaSO4.31H2O.
2.15.2 -Procedimentos p/ Determinação do Tempo de
Pega
A medida do tempo de pega se faz com a utilização da agulha de Vicat de formato cilíndrico, seção circular de 1 mm2, é aplicada sobre uma pasta de consistência normal, com uma carga de 300g.
A consistência normal é determinada pelo uso da sonda
Tetmajer, de formato também cilíndrico, mas de diâmetro de 1 cm.
Diz-se que a pasta tem consistência normal quando colocada em uma forma de feitio de anel, com diâmetro interno de 8 cm e altura de 4 cm, a sonda de Tetmajer, colocada sobre a pasta, sem choque e sem velocidade inicial, estaciona a 6 m do fundo da forma.
O tempo de início de pega é o tempo que decorre desde o instante em que se lança no cimento a água de amassamento até que a agulha de Vitac, aplicada também sem choque, estaciona a 1,0 m do fundo.
O fim da pega é o tempo que decorre desde o lançamento da água de amassamento até o momento em que a agulha, aplicada suavemente sobre a superfície da pasta, não deixa vestígios apreciáveis.
Os testes devem ser feitos a 21° C e a umidade relativa ambiente > 85%.
2.16 - Funções dos Compostos do Cimento
C3A - Provoca a pega, mas precisa ser retardado pelo gesso; C3S - Responsável pela resistência inicial(em 7 a 28 dias); C2S e C3S - Responsáveis pela resistência final(em um ano);
2.17 - Análises Químicas para Controle do Cimento a) Perda ao fogo - exprime os componentes, acidentalmente presentes no cimento, e que são eliminados por aquecimento a 1.000° C.
Normalmente é constituída de água higroscópica, água de cristalização, água de hidratação e de CO2. b) Resíduo Insolúvel - constituído principalmente de silicatos solúveis em HCl, encontrados em pequeno teor nos cimentos portland. c) Cal Total - corresponde a todo o CaO sob a forma de silicatos, aluminatos, ferroaluminatos, sulfatos, óxidos e hidróxidos livres, e originalmente CaCO3. d) Alumina e Ferro - acompanham a matéria-prima e entram na fabricação dos cimentos como fundentes, combinados sob a forma de silicatos.
Limites Exigidos pela A.B.N.T.
4,0 % ⇒ Perda ao fogo
⇒ Resíduo insolúvel0,85%
⇒ SO32,5 %
6,0 % ⇒ MgO
2.18 - Testes Físicos(que se realizam numa fábrica de cimento)
3 dias - 80 Kg/cm2
7 dias - 150 Kg/cm2
28 dias - 250 Kg/cm2
- Permeabilidade Blaine : superfície específica - 2.600 a
a) Resistência a Compressão: limites minímos b) Finura: - Limite de resíduo de 15% para peneira de abertura de 0,075 m; 3.0 cm2/g; c) Expansão - Agulha de Le Chatelier - 10 m(limite); d) Pega -
Sonda metálica P = 300g A = 1,0 mm2(área da seção circular)
Recipiente da pasta 80x40 m 1,0 m(parar)- tempo de pega em torno de uma hora
Composição Química : Embora afete pouco a resistência final, seu desenvolvimento é afetado notavelmente pela composição química.
Ex.: Cimentos mais pobres em cal, dão uma resistência final maior.
Resistência versus Tempo
2.19 - Ocorrência c/ os compostos do cimento por ocasião da hidratação:
Os compostos do cimento são anidros. Quando entram em contato com a água originam um processo de endurecimento pela hidratação dos mesmos.
Esses produtos hidratados são de fraca solubilidade na água, de modo que em um concreto a dissolução é de grandeza desprezível.
Veja a seguir o que acontece na hidratação de cada componente:
C3S - A hidratação começa dentro de poucas horas, desprendese calor; o composto anidro vai passando para a solução, aparecendo cristais de Ca(OH)2, enquanto uma massa gelatinosa de silicato hidratado se forma em torno dos grãos originais.
C2S - É atacado lentamente pela água; depois de semanas os cristais se recobrem de silicato hidratado. Forma-se também Ca(OH)2, porém em menor quantidade que na hidratação de C3S.
C3A - Reage rapidamente com a água e cristaliza em poucos minutos. Não se produz hidróxido, mas aluminato hidratado. O calor de hidratação é tanto que quase seca a massa.
C4AF - Reage menos rapidamente que o C3A. Não libera cal e forma também um aluminato hidratado.
Estas reações processam-se simultaneamente, havendo ainda uma reação, da parte dos compostos, com o gesso.
O aluminato de cálcio hidratado reaciona com o sulfato de cálcio e forma o sulfoaluminato conhecido pelo nome de sal de CANDLOT.
A cristalização desse sal se dá com a fixação de muita água. Havendo cal dissolvida na água de embebição, o aluminato não está dissolvido e forma-se nos poros da massa uma quantidade de sulfoaluminato maior do que eles podem conter, o que provoca a expansão e desagregação do material.
Em caso contrário, isto é, formando-se o sulfoaluminato a partir do aluminato dissolvido, a cristalização do sal não ocupa um volume maior que o dos três componentes (água-aluminato-sulfato), o elemento sólido se aloja nos poros e a massa se torna mais compacta.
2.20 - Especificações:
A especificação EB-1 da ABNT classifica os cimentos portland comuns em 3 tipos: 250, 320 e 400.
O grau de moagem determina-se pelo ensaio de peneiração, havendo a tendência de substituí-lo pelo ensaio da superfície específica, de muito maior expressão.
Pelo ensaio de finura, o resíduo deixado na peneira normal, de malha quadrada de 0,075mm de lado (série Tyler no 200), não deve ultrapassar 15% em peso.
Enquanto pelo ensaio da superfície específica, através do
Blaine, tem como valores mínimos recomendáveis os seguintes: tipo 250 (mínimo) 2.600cm2 / g , tipos 320 e 400 (mínimo) 2.800cm2 / g.
Com relação à expansibilidade, no ensaio efetuado com as agulhas LE CHATELIER, tanto para o ensaio a quente como para o ensaio a frio, o valor máximo permissível é de 5mm.
O tempo de início de pega determinado em uma pasta de consistência normal (fixada pela sonda de TETMAJER), com o auxílio da agulha de VICAT, deve dar no mínimo uma hora, para ser considerada normal a pega.
O tempo de fim de pega deve ser no máximo de 10 horas. Com relação à resistência a compressão, o ensaio executado em corpos de prova cilíndricos deverá dar os seguintes valores mínimos, obtidos pelas médias de 6 corpos de prova:
IDADE EM DIAS RESISTÊNCIA EM kgf / cm2 (mínima) TIPO 250 TIPO 320 TIPO 400 3 80 100 140 7 150 200 240 28 250 320 400
3.0 -BIBLIOGRAFIA
- INDÚSTRIA DE PROCESSOS QUÍMICOS - R. Norris Shreve.
- CONCRETO DE CIMENTO DE PORTLAND - Eládio G.R. Petrucci. 


Quais os tipos de brita e qual a função de cada um??

A Brita, que é classificada como um agregado, é um material considerado artificial, pois é produzida a partir de uma outra fonte, que são as rochas maiores extraídas de pedreiras e fragmentadas após um processo de qualificação industrial. Ela tem várias classificações de acordo com o tamanho na qual é fragmentada, e cada um desses tamanhos é usado para um propósito específico no ramo da construção civil. Para que seja comercializada ela deve ter qualidade comprovada, seguindo as especificações de resistência.

Cada tipo de estrutura requer um ou vários tipos de brita, pois elas influenciam diretamente na qualidade do concreto, que tem a rocha como a principal matéria prima. Em casos de casas baixas, por exemplo, usa-se um tipo e tamanho de brita, já para edifícios, grandes pavimentos, processo de fabricação dos pré-moldados e concreto à mostra, outras classificações são necessárias.
De acordo com o Ministério de Minas e Energia, 85% dos materiais usados para produzir brita é composto por granito e gnaisse. Calcário e dolomito são 10% e para completar, 5% de basalto e diabásio, e o estado que mais produz é o de São Paulo, com 30% do total brasileiro.

Pela sua grande importância em várias fases de construção, laboratórios de pesquisa de concreto procuram também alternativas para melhorar a brita e como melhor utilizá-la. Seus tamanhos são variados, o que ajuda a diferenciação.

Veja como ela é, de acordo com a ABNT NBR 7525, classificada.


1) - Pó de brita:
Sua malha é de 5 mm, e é muito utilizado para obtenção de concreto com textura fina, como em calçadas, na fabricação de pré-moldados, já que dá maior facilidade de modelagem, como estabilizador de solo na produção de argamassa para o contrapiso. É também muito usado nas empresas que mexem com produção de asfalto.


2) - Brita nº 0 ou Pedrisco:
A malha é de 12 mm e ela é bem pequena, sendo muito usada na produção de vigas, lajes pré-moldadas, tubos, blocos de concreto para construção e fundação, paralelepípedos de concreto moldados, aqueles de encaixe, para a produção de chapisco, blocos e manilhas.


3) - Brita 1:
A malha é 24 mm, o dobro da brita 0 e é a mais usada em todos os processos da construção civil, pois é a mais usada na produção de concreto para as colunas, que não parte crucial quando se trata de qualidade necessária, vigas e lajes, ou seja, quase tudo. Nas construções de grande porte como prédios e grandes espaços comerciais ela é ainda mais usada.


4) - Brita 2:
Tem malha 30 mm e é utilizada somente quando há necessidade de um concreto mais resistente, normalmente em construções de porte maior e que tenha que suportar mais peso. O concreto é chamado de concreto bruto, e é requerido em pisos de maior espessura.


5) - Brita 3:
A malha é ainda maior, dessa vez com 38 mm, e já não é mais usada em processos normais de construção, mas em obras de base, como aterramento, nivelamento ferroviário e na instalação de drenos.


Ainda há classificação para as pedras maiores, que não são mais britas, que é a Pedra Marroada, com 200 mm, usada normalmente em grandes muros de contenção, barreiras, aterramento, assentamento, etc.

Cabe ao engenheiro e aos responsáveis pela obra decidir qual brita usar, de acordo com as necessidades da obra e respeitando as regras da ABNT, sempre fiscalizando a qualidade daquilo que se tem comprado!



FONTE: Cimento Itambé, Pormin.

Matéria publicada no blog/; http://blog.construir.arq.br/tipos-de-brita-e-funcao/ em Dezembro 2013
Por: RAFAEL DE OLIVEIRA BOLONHA 

domingo, 22 de setembro de 2013

MANUTENÇÃO X INSPEÇÃO PREDIAL

Existe uma diferença a ser evidenciada.
Quando falamos em manutenção nos limitamos a informações fornecidas pelo dono do empreendimento ou seu gestor.
Quem faz a manutenção é controlado por uma regra estipulada por alguém. Ao passo que vistoria, ou mais especificamente,  inspeção predial é um conjunto de  exames visuais  para verificar a capacidade funcional da edificação. E isto depende de uma avaliação diretamente proporcional à experiência do profissional ou profissionais, pois a mesma é  multidisciplinar.
A Inspeção predial é a vistoria da edificação para determinar suas condições técnicas, funcionais e de conservação, visando direcionar o plano de manutenção. Esta vistoria técnica tem por finalidade verificar as condições de desempenho e determinar medidas preventivas   e corretivas que se fizerem necessárias para a boa vida do imóvel e seus usuários.
Os profissionais do sistema CREA/CONFEA mais preparados para tal mister são: o arquiteto e o engenheiro civil, acostumados a gerenciar. Então, os elementos construtivos de uma edificação como um todo, denotam segmentos que o engenheiro eletricista com a sua atribuição especifica responde pela elétrica e pára-raios, o engenheiro mecânico o sistema dos elevadores, por exemplo.
Importante salientar que,  enquanto o profissional habilitado projeta e executa, o  perito vistoriador , pela experiência detecta as anomalias, não só pela degradação irreversível, etapa ultima, bem como, a sua   formação e propagação.
Há no mercado várias firmas que prestam serviços de manutenção predial, porem para que seja dada a ordem da manutenção é necessário um plano de ação, feito pelo profissional que fez a inspeção predial, dando as prioridades, identificando problemas que o desgaste e o uso impuseram.
Destarte, um único aspecto que devo reforçar é a seriedade, através da livre escolha, pois a  concorrência é  sadia. O que importa é o despojamento da cultura da esperteza, aquela do levar vantagem em tudo e buscar a eficiência, e   a competência.
Não somente as Normas e Leis  que  preconizam os procedimentos como também nos regem como profissionais, mas os aspectos de envergadura  ética,  o Código do Consumidor são restrições que  limitam as escolhas.
O trabalho de custo/beneficio mais vantajoso certamente,  não é subsídio para determinação de quem deve verificar e manter  seu patrimônio.
Uma vistoria preventiva com olhar técnico e seletivo, não apenas habilitado e sim, empenhado na capacitação e no  bom senso.
O custo de uma intervenção aumenta de forma drástica e dramática, na medida em que tratamos a instalação com menor atenção, cuidado e negligencia, espaçando as manutenções, por conseguinte o dispêndio será maior.

E como diz o dito popular: deve-se tratar o mal pela raiz, e uma informação errada ou displicente pode desvalorizar o  seu Bem ou impor que sua adequação seja tão dispendiosa e assim mesmo recendente num decurso de tempo posterior.
Normalmente se faz uso de tabela de honorários, e que segue padrões.
Não podemos aquilatar o tempo de uma vistoria, isto é muito variável. Cada imóvel tem sua vida e às vezes o que pode parecer simples terá  que ter uma atenção maior.
Não obstante que os prédios de uso comercial, que tem uma população flutuante e maior, deva  ter  uma atenção especial em detrimento  de  outro residencial, cujo potencial de risco é menor.
De qualquer forma estamos lidando com vidas humanas  e sua segurança não deve ser menosprezada, nem tão pouco a valoração patrimonial.
Desconsiderando a má execução, toda a construção tem um tempo de vida útil. Se não é pelo  aspecto de decrepitude, ou obsoletismo quando cuidada de maneira correta pode ter um longo tempo de vida. O que podemos dizer das construções europeias??
Não se pode conhecer todas as áreas, porem uma coisa é certa, uma boa administração se faz em delegar atribuições a pessoas qualificadas.
Cabe ao condomínio, através de seu representante legal, o Síndico,  se munir de profissionais habilitados para verificar as condições e determinar as medidas preventivas  e até corretivas que se fizerem necessárias, em atenção a satisfação do pós-uso.
Uma gestão operacional pode deter vários tipos de ingerência desde uma simples  reparação, uma modernização, uma restauração e até uma demolição, se necessário.  Identificar a origem do problema, seu grau de risco,  para elaboração de um plano de ação e um cronograma físico financeiro adequando a disponibilidade financeira da edificação.
Portanto a seriedade é o ponto chave, não se pode  alegar desconhecimento, ou  ser negligente ou ainda  passar a responsabilidade para  outrem, quando de eventuais sinistros.
A água é o  essencial de nosso organismo, mas também é o infortúnio da construção civil.  A patologia mais grave é a que vai aos poucos como um câncer  que,  quando constatada   a olho nu já tomou parte do arcabouço estrutural, desplacando  inclusive as pastilhas das fachadas , por uma vertente, pois podem também ser decorrentes de processos de infiltrações meramente superficiais.
Há necessidade de avaliações periódicas,  conforme a idade do imóvel e o tipo da construção, contando seu uso adequado e apontar as desconformidades que sendo programadas, são menos onerosas.
Existem Normas Brasileiras como, por exemplo, a NBR 5674/99 Manutenção de Edificações – Procedimentos, disponibilizada pela ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas, a NBR 14037 – Manual de Operação, Uso e Manutenção das Edificações,  porem, o que se deve mudar é  a  cultura,  propiciando  uma postura de coisa certa.
A Norma de Desempenho NBR 15575 – Edifícios Habitacionais de até cinco pavimentos, recente, deverá mudar  os conceitos de construir, de projetar, de fabricar e  quem mais  se beneficiará é a sociedade.
Inspeção Básica – vamos imaginar um prédio residencial com 5 anos de vida, seguindo alguns itens vistoriados:
  • Documental técnico e administrativo
  • Fundações
  • Sub-solo
  • vizinhos
  • Estrutura (concreto e armaduras)
  • Caixa d’água, cisterna,
  • Cobertura, telhado
  • Fachadas, vedações e impermeabilizações
  • Revestimentos, pinturas
  • instalações elétricas, quadros de distribuição
  • Instalações de gás
  • Acessibilidade,rampas, acessos
  • Revisão,instalação de pára-raios
  • Isolamento da prumada de escadas
  • Verificação de formação de brigada de incêndio
  • Corrimão nas escadarias
  • Iluminação de emergência
  • Sinalização de rotas de fuga e equipamentos
FONTE:
IBAPE-PR INSTITUTO BRASILEIRO DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS DE ENGENHARIA DO PARANÁ
Vera Lucia de Campos Corrêa Shebalj
Presidente do IBAPE-PR – Instituto Brasileiro de Avaliação e Perícias de Engenharia no Paraná
Rua Emiliano Perneta, 174 - Centro - CEP: 80010-050 - Curitiba PR
Fone/Fax: 55 41 3225-1167 tel. (41) 32251167 Cel. (41) 99938163
www. ibapepr.org.br 


segunda-feira, 1 de julho de 2013

Conheça a história das construtoras mais antigas ainda em funcionamento em Santa Catarina

Algumas têm mais de cinco décadas de atuação no Estado e mais de 1 milhão de metros quadrados construídos


Conheça a história das construtoras mais antigas ainda em funcionamento em Santa Catarina Daniel Conzi/Agencia RBS
O engenheiro Jayme Antunes Teixeira fundou sua construtora em 1961, na cidade de Tubarão Foto: Daniel Conzi / Agencia RBS

Você consegue imaginar como eram as cidades catarinenses há mais de 50 anos? Sem dúvida, a transformação deve impressionar até os que acompanharam de perto tantas mudanças. É o caso de Jayme Antunes Teixeira, de 84 anos, que ajudou a construir, literalmente, parte de Santa Catarina.

Em 1961, o engenheiro mecânico, elétrico e civil queria ter o seu próprio negócio e resolveu apostar em uma área que ainda engatinhava no Estado: a da construção civil. Abriu, então, uma empresa de engenharia em Tubarão, no Sul do Estado. Entre as associadas dos sindicatos da Indústria da Construção Civil (Sinduscon) de todo Estado, a Jat Engenharia, sob o comando de 
Teixeira, é uma das mais antigas que ainda está em funcionamento. 

A primeira obra da empresa foi edificada na Vila dos Trabalhadores da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), na cidade de Tubarão, em 1962. A empresa começou atuando como empreiteira e construiu diversos grupos escolares nos municípios da região, além de postos de fiscalização na BR-101. Em 1970, o escritório da Jat foi transferido para Florianópolis para facilitar o serviço, já que uma viagem até Tubarão chegava a durar um dia.

Eu assisti ao desenvolvimento do Brasil em uma época espetacular. O país era praticamente uma colônia naquela época. Hoje temos grandes cidades — conta Teixeira, que considera o Condomínio Michelangelo, na Beira-Mar Norte, em Florianópolis, o destaque da Jat.

Atualmente, Teixeira é o presidente da empresa e conta com o apoio da filha Marília, que é arquiteta, e da neta Gabriela, administradora de empresas que pretende seguir os passos do avô.

Fundada em 1959, em Blumenau, a Stein Empreendimentos Imobiliários é uma das pioneiras no Estado. Recebeu inicialmente o nome do atual diretor-presidente da empresa, o engenheiro Egon Alberto Stein. Anos depois, em 1967, passou a ser chamada de Stein Empreendimentos Imobiliários. 

As primeiras obras executadas pela construtora foram a ampliação da Empresa Industrial Garcia, em Blumenau, cujo parque fabril foi comprado posteriormente pela Artex. Na sequência, a construtora pavimentou e implantou a rede de coleta de águas pluviais da Avenida Beira-Rio de Blumenau. A obra foi considerada um desafio para a época, pois incluía o desmonte de rocha e transporte fluvial. 

Outros empreendimentos erguidos pela construtora e que merecem destaque são a Catedral Madre Paulina, em Nova Trento; a empresa de motores elétricos WEG, em Guaramirim; a Ponte do Tamarindo, em Blumenau; e o Estaleiro Navship, em Navegantes. Atualmente, a 

Stein tem obras em diferentes cidades do país. Uma delas é o Flamboyant Residence, em Blumenau, um prédio de 14 andares de alto padrão.

Em Florianópolis, uma das construtoras que acompanhou o crescimento da cidade foi a Formacco, fundada em 1972. Ela começou suas atividades como empreiteira pública e, em 1980, entrou de vez no ramo da incorporação imobiliária com a construção do Edifício Giuliana, no Bairro Estreito.

A maior dificuldade na época era conseguir o financiamento para executar a obra. Hoje as dificuldades são as inerentes ao próprio ramo. Mas sempre procuramos executar as obras dentro de nossa capacidade técnica e financeira — explica o gerente comercial da construtora Formacco, Aluísio Wollinger.

Conforme ele, o crescimento anual de 10% da empresa tem explicação: a Formacco procura se adaptar ao mercado e ao perfil dos seus clientes.

Outra construtora nascida na Capital nos anos 1970 foi a Cota Empreendimentos Imobiliários, fundada pelo empresário Joci José Martins. A primeira obra entregue pela empresa foi na cidade de São José, em 1980. Dois anos depois, a Cota promoveu a entrega de seu primeiro empreendimento imobiliário em Florianópolis. Mais de duas décadas depois, em 2009, ela ampliou sua área de atuação para as cidades de Itajaí e Bombinhas. Neste ano, a Cota anunciou a parceria comercial com a rede Blue Tree para a construção de um hotel em Itajaí.

As pioneiras

Stein Empreendimentos Imobiliários
Fundação: 1959, em Blumenau
Metros quadrados construídos:
4,5 milhões
Número de funcionários: 114
Onde atua: em todo o Brasil


Jat Engenharia
Fundação: 1961, em Tubarão
Metros quadrados construídos:
Mais de 1 milhão
Número de funcionários: 30
Onde atua: Grande Florianópolis


Formacco
Fundação: 1972, em Florianópolis
Metros quadrados construídos:
1,5 milhão
Número de funcionários: 60
Onde atua: Grande Florianópolis


Cota Empreendimentos Imobiliários
Fundação: 1974, em Florianópolis
Metros quadrados construídos:
700 mil
Número de funcionários: 56
 

Onde atua: Grande Florianópolis,Itajaí e Bombinhas

*Foram consideradas as empresas com origem em SC e que ainda operam no Estado, segundo o Sinduscon.

FONTE: DIÁRIO CATARINENSE
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...